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"Sabe o que eu mais quero agora, meu amor?
Morar no interior do meu interior"
(Vander Lee)
Mineira, 33 anos, casada há 8 e com duas filhas pequenas, frutos desse relacionamento que já dura 18 anos, sou alguém que gosta de lidar com as pessoas, curte o lado mais romântico da vida e gosta de conhecer melhor as várias facetas que constituem o comportamento humano. Não dispenso uma boa amizade, mesmo que de forma virtual... Adoro livros, música, dança, teatro, manifestações artísticas e tudo aquilo que possa acrescentar algo em minha vida, tentando buscar sempre uma transformação positiva no meu modo de ser e de agir, ciente que tal transformação nem sempre é fácil e pode não acontecer a curto prazo. E olha que tenho muitos defeitos!!! Criei este blog para, nos momentos livres, "desabafar" as idéias, sentimentos, opiniões e tudo o mais, sempre de forma construtiva...
Seja bem vindo e fique à vontade para deixar seu comentário sempre que sentir vontade!



Onde Deus Possa Me Ouvir
Vander Lee
Sabe o que eu queria agora, meu bem...?
Sair chegar lá fora e encontrar alguém
Que não me dissesse nada
Não me perguntasse nada também
Que me oferecesse um colo ou um ombro
Onde eu desaguasse todo desengano
Mas a vida anda louca
As pessoas andam tristes
Meus amigos são amigos de ninguém.
Sabe o que eu mais quero agora, meu amor?
Morar no interior do meu interior
Pra entender porque se agridem
Se empurram pro abismo
Se debatem, se combatem sem saber
Meu amor...
Deixa eu chorar até cansar
Me leve pra qualquer lugar
Aonde Deus possa me ouvir
Minha dor...
Eu não consigo compreender
Eu quero algo pra beber
Me deixe aqui pode sair.
Adeus...
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Eu leio e recomendo!!! |
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DeIxA fLuIr !
Por Viviane Righi
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mEuS pOsTs...

21/07/2008 11:14
Cela Forte Mulher
Conheci este livro através da minha irmã, que está pesquisando a vida das mulheres presidiárias no Brasil. Ao final da leitura, aprendemos muito, pois conhecemos muitas realidades diferentes da nossa. No meu caso, ficou muito nítida a importância de evitar julgar as pessoas, pois por piores que possam parecer, sempre existe um lado oculto dentro delas. E esse lado oculto pode ser um lado bom, muitas vezes "encarcerado" por motivos que desconhecemos. Recomendo!!!
Por Viviane Righi
*** Antonio Carlos Prado, autor, jornalista e também editor da revista IstoÉ, foi voluntário em penitenciárias femininas durante sete anos. Ele penetra nas histórias mais íntimas de presidiárias. Reportagem de Marina Monzillo.
"Cela forte mulher" é a expressão de incentivo usada por presidiárias quando estão precisando aumentar a auto-estima. Cela Forte Mulher também é o livro que o editor da IstoÉ Antonio Carlos Prado lança após 7 anos de experiência como voluntário em penitenciárias femininas. O resultado é uma espécie de Estação Carandiru com toques de esmalte, batom e sedução. Histórias de violência, sofrimento e falta de esperança, mas também de solidariedade, amor e humanidade.
Ao tocar o projeto de montar e dirigir um jornal dentro do sistema carcerário feminino, o autor se tornou confiável e confidente para as presas. Foram elas que pediram o livro, deram opinião na edição de texto e fotos e chegaram até a escrever capítulos a quatro mãos, junto com Prado.
Com um olhar sensível, apaixonado até, ele narra a vida de criminosas, mas, antes de tudo, de mulheres. Como Scarlet (nome fictício), uma versão tupiniquim de Julia Roberts, seqüestradora nascida em classe média alta que, na cadeia, cuidava e apanhava da namorada doente. Ou Florinda, que não sabia se chorava mais pela morte do filho, assassinado com 21 tiros, ou por uma rejeição amorosa. Ou ainda Bela, que sentia um prazer especial em mutilar suas vítimas de seqüestro-relâmpago, mas sempre fazia curativos em seguida. Personagens complexos, paradoxais, fascinantes, humanos.
enviada por Viviane Righi
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